sábado, 8 de setembro de 2007

A GRANDE SEDUÇÃO DE MATA-HARI

Nascida na Holanda em 7 de agosto de 1876, com o nome de Margarete Gertrude zelle, recebeu muito jovem o apelido de Mata-Hari, que em javanês quer dizer “pupila do amanhecer”. Seu primeiro marido, um capitão do exército holandês, levou-a para viver na Índia, onde aprendeu os segredos da dança e os artifícios exóticos que logo desenvolveria para conquistar outros homens. Exímia bailarina, conseguiu rápida fama em Paris como intérprete das danças de Bali. Seu corpo sexy e seus olhos sedutores atraíram muito rápido os olhares de pessoas importantes no mundo dos negócios e da política de sua época. Amiga de altos chefes militares europeus, viajou incansavelmente pelo Velho Mundo e, durante a Primeira Guerra Mundial, condeguiu fama de espiã. Na realidade, como agente de informações dizem que era medíocre, porém, sua ousadia e sensualidade a tornaram indispensável na vida européia. Nunca se soube se suas idas e vindas por metade da Europa eram para levar dados secretos ou para fazer novas amizades e obter mais dinheiro e jóias. Acusada de ser espiã alemã em Paris, foi fuzilada, após um curto processo, em 1917, aos 41 anos. Ficou conhecida como a mais bela espiã da história.

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